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Head-Up-Display: Realidade aumentada no para-brisa do carro

Provavelmente você nunca ouviu falar na empresa Envisics e muito menos no produto que ela está desenvolvendo: os head-up displays.

TECNOLOGIA

Holografia no trânsito

POR clovis la pastina
Quarta-feira, 16 de dezembro, 2020 | 9:15h

Head-Up-Display: Realidade aumentada no para-brisa do carro

Provavelmente você nunca ouviu falar na empresa Envisics e muito menos no produto que ela está desenvolvendo: os head-up displays. Vamos lá, é algo difícil de desenvolver, mas fácil de explicar: trata-se de holografia inteligente no para-brisa do seu carro, como vemos nos aviões-caça. Essas informações vão fazer com que as pessoas tomem as decisões certas, na hora exata, evitando acidentes, tudo projetado no vidro do carro. Isso fará com que os condutores não precisem, por exemplo, virar a cabeça para enxergar algo, é como se você estivesse num videogame de corrida. Um micro movimento da retina será suficiente para detectar qualquer informação ao redor do veículo. Além disso, ele poderá acumular as funções que hoje são do Waze, porém, sem o comando de voz e sem que você precise desviar o olhar da rota para a tela do celular. A empresa já estuda alguns formatos não invasivos de publicidade projetada no seu caminho de forma que isso não atrapalhe a condução do veículo e não ponha vidas em risco. Por exemplo: se você indicou que está se dirigindo para um Carrefour, ao chegar na loja, surgirá o logo da empresa destacado na fachada, como um pin de localização, mostrando que você chegou ao seu destino. Veja o site da empresa aqui: https://envisics.com e um vídeo do produto, aqui: https://bit.ly/2HyE7Hy

Créditos: Digitaltrends
Original em: https://bit.ly/37HrqFf
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Já usou Google Assistant, o Siri da Apple ou Alexa pra tomar decisões por você?

E aí, tem algum filme novo? Recomenda algum restaurante? As perguntas que antes eram feitas aos amigos, agora podem ser feitas para a Inteligência Artificial.

TECNOLOGIA

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

POR MEDIAPPEAL
Sexta-Feira, 11 de dezembro, 2020 | 16:45

Já usou o Google Assistant, o Siri da Apple ou Alexa pra tomar decisões por você?

E aí, tem algum filme novo? Recomenda algum restaurante? As perguntas que antes eram feitas aos amigos, agora podem ser feitas para a Inteligência Artificial. Se você acha isso estranho, acostume-se. Em breve, os assistentes virtuais vão marcar consultas, dar conselhos, te vender uma garrafa de vinho e muito mais.

Hoje, a Inteligência Artificial se destaca mais pelo “como” do que pelo “por que”. Por exemplo: as pessoas são mais dispostas a usar protetor solar quando a IA explica como aplicar antes de sair, em vez de por que devem usá-lo. Agora veja este exercício realizado numa pesquisa recente: uma pessoa se oferece para dividir 100 reais com você. Ela fica com 80 reais e você só com 20. Você aceita ou acha que o justo seria receber 50 reais cada um? E se a mesma oferta fosse feita por uma Inteligência Artificial? As respostas foram distintas: as pessoas não aceitariam a oferta de um humano, mas aceitariam a oferta da I.A. Isso ocorre porque não achamos que uma máquina criada para servir aos humanos tenha a intenção maliciosa de nos explorar, pois ela é apenas um algoritmo, então podemos aceitar os 20 reais dela. Mas não do humano. 

Quer mais um exemplo? As pessoas tendem a revelar suas informações pessoais com mais disposição para uma I.A. do que para um humano. Em outra pesquisa, as pessoas revelaram mais informações pessoais ao médico da I.A. do que ao humano. Isso ocorre porque as pessoas sabem que a I.A. não julgará o seu comportamento. O fato das pessoas confiarem tanto na I.A. preocupa, porque ela pode ser usada de forma maliciosa. Uma empresa pode cobrar taxas de juros extorsivas, dizendo que sua decisão foi calculada por algoritmo.

 Para proteger as pessoas, precisamos entender quando é que elas são mais vulneráveis à manipulação. E os governos devem levar isso em consideração ao considerar uma futura regulamentação. Haverá diferentes tipos de I.A. e robôs no futuro. Eles vão cozinhar, servir, vender coisas, cuidar de você no hospital e até mesmo sentar-se em uma mesa de jantar. É importante entender como a IA influencia nossas decisões para que possamos regulá-la e nos proteger de possíveis danos.

Créditos: Por: Tae Woo Kim 

Via: Singularityhub

Original em: https://bit.ly/2TiPqGi

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